7 de mai. de 2016

Igreja deve ser 'hospital de campanha', diz Papa a ONG africana

Gestantes e bebês como prioridade

A ONG, com seus médicos, voluntários e colaboradores, atua entre as faixas mais vulneráveis da população, como gestantes e recém-nascidos. Na África, muitas mulheres morrem no parto e seus bebês não superam o primeiro mês de vida por causa da desnutrição e das grandes endemias. Francisco encorajou-os a serem “expressão da Igreja-mãe, que se inclina sobre os mais frágeis e os assiste”.
O Papa disse que a Cuamm deve ser “com” a África, e não “para” a África, o que significa que “são chamados a envolver os africanos no processo de crescimento, caminhando juntos, compartilhando dramas e alegrias, dores e entusiasmos”.
“Exorto-os a manter esta particular abordagem junto às comunidades, ajudando-as a crescer e deixando-as quando forem capazes de prosseguir autonomamente, em uma perspectiva de desenvolvimento e sustentabilidade”.

Igreja não é ‘clínica para VIPs’

Concluindo, o Pontífice encorajou os membros do Cuamm a levarem avante esta obra inspirando-se em uma “missionariedade evangelicamente fecunda’, expressão de uma Igreja que não é uma “clínica para VIP”, mas um “hospital de campanha”. “Uma Igreja de coração grande, próxima dos feridos e humilhados da história, a serviço dos mais pobres”.

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